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A NP responde

Pela primeira vez no Público, em nome da Nova Portugalidade e em resposta a disparatado texto do Professor Elísio Macamo, Miguel Castelo Branco fala sobre o duro embate no Prós e Contras, o perigo representado por uma minoria histérica, autoritária e manipuladora que usa o problema do racismo e o tema do "colonialismo" para fazer política oportunista, a luta em curso pelo rigor histórico e o nome de Portugal e, em tudo isso, o papel centralíssimo que a Nova Port...ugalidade desempenha. Antes não tinham quem lhes desse resposta, habituados que estavam a exercer um poder quase totalitário sobre os espíritos. Esse tempo acabou. A NP com todos discute, partidária que é do valor do debate, mas há que fazer aceitar o princípio da liberdade que muitos querem ver arredado do espaço público. É pela liberdade e pela inclusão que nos batemos. É pelo rigor, pela cidadania, pela igualdade e pelo patriotismo que defendemos a sociedade portuguesa da fragmentação dos comunitarismos. Esse é o caminho da paz e da verdade.

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A Santa Casa da Misericórdia de Macau

A Santa Casa da Misericórdia de Macau foi fundada no ano de 1569 pelo bispo jesuíta português D. Belchior Carneiro, sendo a obra inserida na reforma da beneficência social iniciada em 1485 pela Coroa portuguesa, que criara em 1498 a Confraria da Misericórdia de Lisboa.

A primeira grande obra de assistência social instituída pela Santa Casa, fundada anos depois da criação da instituição, terá sido o Hospício dos Lázaros, ond...e eram assistidos doentes leprosos, de acordo com os registos muitas vezes pelo próprio D. Belchior.

A Santa Casa esteve ao longo da história do território associada a grandes obras de assistência médica e social, chegando mesmo a ter influência na política financeira de Macau, contribuindo para a fixação de taxas sobre atividades económicas ainda não regulamentadas, funcionando como um banco e promovendo uma lotaria.

A instituição foi, assim, capaz de durante séculos criar mecanismos e conquistar influência política que lhe garantiram não só financiamento para as suas obras de beneficência social como também um estatuto de referência no campo social e político.

Nos dias de hoje, a Santa Casa continua a ser gerida por elementos portugueses e católicos, na sua larga maioria nascidos em Macau, sendo detentora de um vasto conjunto de obras de assistência social, continuando a ser uma instituição amplamente respeitada no território.

Gere, assim, obras como a Creche da Santa Casa da Misericórdia, bilíngue, o Lar de Nossa Senhora da Misericórdia, uma das melhores unidades locais para a terceira idade, um Centro de Convívio frequentado tanto pela comunidade portuguesa como pela chinesa e um Centro de Reabilitação de Cegos, que durante muitos anos foi o único mecanismo de apoio a deficientes visuais no território.

Além da vasta obra de beneficência social, a Santa Casa dedica-se à promoção e preservação da cultura e tradições portuguesas em Macau, nomeadamente pelo seu Núcleo Museológico, que é detentor de um vasto acervo de relíquias católicas datadas do século XVI, evidências da introdução do catolicismo em Macau pelos portugueses.

Assim, a Santa Casa da Misericórdia de Macau foi capaz de manter o seu prestígio ao longo dos séculos, mesmo após a transferência da soberania sobre este território para a República Popular da China, contribuindo para a dinamização de um vasto leque de obras de assistência social e para a promoção dos valores católicos portugueses na região.

Miguel Louro

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Lavagem cerebral doentia às crianças de Portugal Não satisfeitos com o domínio dos jornais, da informação e dos programas de debate, aqueles a quem podemos bem chamar o partido anti-português - os activistas anti-História e anti-Portugal que não descansam enquanto não tomarem controlo total, se não totalitário, da memória nacional - submetem até a programação infantil da RTP às suas obsessões odiosas. Neste, "Fico em casa a imaginar", transmitido pela RTP 2, o tema é Jinga do Congo, que a certa altura diz: "os portugueses escravizaram o nosso povo e ocuparam as nossas terras". Nada disto é admissível, e não é sequer normal em país democrático. Esta campanha - que não olha a meios para atingir os fins e converte as ferramentas do Estado em ferramentas contrárias ao interesse geral, para a destruição do património e da memória nacionais e arrasamento da reputação de Portugal - ultrapassa todos os limites. Há que denunciar. E perceber o que está a acontecer em Portugal.
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